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Empréstimo em bancos e financeiras é vilão das dívidas

Esse quadro deve-se não apenas ao orçamento apertado do brasileiro, mas também à falta de controle das finanças


04/11/2019 às 10:17h

Empréstimo em bancos e financeiras é vilão das dívidas
Crédito: Reprodução

Com o desemprego ainda elevado e o achatamento da renda, os brasileiros vêm enfrentando dificuldades em manter as contas em dia. A saída para muitos tem sido recorrer ao crédito não só para quitar dívidas como pagar despesas básicas, que incluem água e luz. Um levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que o principal responsável pela negativação de CPFs no país é o empréstimo pessoal contraído em bancos e financeiras: 69% dos usuários da modalidade de crédito estão com restrição no nome. O crediário (68%) e o cartão de crédito (67%) aparecem logo em seguida no ranking.


Os dados mostram ainda que entre outros vilões da inadimplência estão o cheque especial (52%), o financiamento de automóvel (52%), o financiamento da casa própria (35%), as mensalidades escolares (26%), os empréstimos com parentes e amigos (23%), as contas de telefone (20%), os boletos de TV por assinatura e internet (16%) e as conta de água e luz (11%). Atrasos com condomínio correspondem a 11% das respostas.


Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, esse quadro deve-se não apenas ao orçamento apertado do brasileiro, mas também à falta de controle das finanças. “Se por um lado, o cenário econômico não vem favorecendo o equilíbrio das contas; por outro, existe um aspecto comportamental importante. Boa parte das pessoas não costuma organizar seus gastos, fazendo compras além de suas possibilidades financeiras, que muitas vezes transformam-se em dívidas difíceis de serem pagas. Ao buscar empréstimo, é preciso cuidado redobrado. A preocupação em quitar débitos pendentes só é interessante quando se troca uma dívida cara por outra mais barata. Ou seja, quando o consumidor substitui o valor das dívidas que cobram juros elevados, como cartão de crédito, por exemplo, por outra com valores mais baixos, como empréstimo consignado. Caso contrário, os juros podem fazer com que as parcelas dos empréstimos fiquem inviáveis ”, observa.


O levantamento também mapeou as contas que os inadimplentes possuem em aberto, mas que não levaram à negativação. Os empréstimos feitos com pessoas próximas, como parentes e amigos, estão em primeiro lugar (33%). Em segundo lugar, destacam-se as mensalidades escolares (26%) e, em terceiro, o cheque especial (24%). As parcelas do crediário (21%) e do cartão de crédito (17%) vêm na sequência.

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