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Nascimentos de empresas voltam a crescer na Bahia

A taxa de natalidade de unidades locais empresariais na Bahia, em 2017, ficou em 12,1%


18/10/2019 às 12:42h

Nascimentos de empresas voltam a crescer na Bahia
Crédito: Reprodução

Em 2017, a “natalidade" empresarial voltou a crescer na Bahia, após três quedas consecutivas. Foram criadas no ano (ou nasceram) 27.198 unidades locais de empresas no estado, número 9,6% maior que o verificado em 2016, quando haviam sido criadas 24.809 unidades locais.


Ainda assim, em 2017, o número de unidades empresariais que começaram a atuar na Bahia foi o menor desde 2014 (29.145) e ficou 33,3% abaixo do registrado em 2010, ano em que o estado viveu seu pico de criação de novas empresas (com 40.761 nascimentos).


A taxa de natalidade de unidades locais empresariais na Bahia, em 2017, ficou em 12,1%, mostrando também a primeira aceleração depois de três anos.


Entretanto, mesmo um pouco acima da média nacional (11,4%), a taxa de natalidade empresarial na Bahia ficou levemente abaixo da verificada no Nordeste (12,5%) e foi apenas a 17ª entre os 27 estados.


Além de terem nascido mais unidades locais de empresas na Bahia em 2017, também houve uma leve queda na mortalidade delas (-1,9%), de 37.206 encerradas em 2016 para 36.506 em 2017.


Com mais empresas nascendo e menos morrendo, em 2017, o número de unidades locais teve um leve aumento no estado (+0,2%), chegando a 225.537, o que representou um saldo positivo de mais 561 empresas na Bahia, em um ano.


Assim, a Bahia se manteve, em 2017, com o 7º maior parque empresarial do país, ranking que é liderado por São Paulo (1.464.544 de unidades locais de empresas), Minas Gerais (526.543) e Paraná (411.669).


Apesar do aumento nos nascimentos e da queda nas mortes, o número de empresas sobreviventes na Bahia (que estavam ativas há pelo menos dois anos) teve uma ligeira queda de 2016 para 2017, passando de 189.002 para 188.465 (-0,3%).


Com isso, a taxa de sobrevivência empresarial no estado mostrou uma discreta retração, de 84,0% para 83,6%, ficando um pouco acima da média do Nordeste (83,0%), mas abaixo da verificada no Brasil como um todo (84,8%).


Entre os estados, Rio Grande do Sul (87,4%) e Santa Catarina (87,2%) tinham as maiores taxas de sobrevivência empresarial, enquanto Maranhão (80,1%) e Amazonas (78,5%) tinham as menores. A Bahia ficava na 13ª posição. 

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