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Dom Itamar e seu carinho por Feira de Santana

A entrega de Dom Itamar a Feira de Santana vai além da liturgia


18/09/2019 às 11:07h

Dom Itamar e seu carinho por Feira de Santana
Crédito: Acervo Pessoal

Um gaúcho, professor universitário, com missão de viver a Bahia. Desde que deixou Pelotas, em 1984, para ser bispo em Barra, no oeste baiano, Dom Itamar Vian encontrou na Bahia e em Feira de Santana desafios para vida eclesiastica. Em 1995, quando aqui chegou, Feira de Santana era uma diocese. Quando, por forças regimentos da Santa Sé, foi substituído por Dom Zanoni, a comunidade católica feirese era reconhedida como arquidiocese.


A entrega de Dom Itamar a Feira de Santana vai além da liturgia. Colaborador do jornal FOLHA DO ESTADO como colunista, os textos do líder católico exploram o cotidiano e temas importantes para sociedade. E não para por ai, esse gaúcho de sotaque carregado, tem grande acervo literário, 32 livros e cartilhas, sempre propostitivas, com sentido de colabrarar para a construção da sociedade feirense.


Nesta entrevista ao FOLHA DE ESTADO, Dom Itamar Vian conta um pouco desta história com a Princesa do Sertão e fala sobre o futuro do religioso na cidade e faz uma reveleção inédita.


FOLHA DO ESTADO – Em que ano o senhor veio para Feira de Santana?


DOM ITAMAR - Sou frade capuchinho do Rio Grande do Sul. Era professor universitário da Universidade, em Pelotas (RS) e em 1984 fui nomeado bispo da diocese de Barra (BA) pelo papa João Paulo II, onde permaneci até 1995, quando fui transferido para Feira de Santana.

 

 


FE - Quando o senhor tomou posse como bispo da diocese de Feira de Santana o que pensava realizar?


DI - Nos primeiros meses de governo da Diocese, realizei várias reuniões com padres, diáconos, religiosas e lideranças. Foi feito um levantamento das necessidades mais urgentes. Entre outras, apontaram as seguintes: Abertura da Faculdade Católica, Construção do Seminário Santana Mestra para formação de padres, a criação da Arquidiocese de Feira de Santana, a instalação da repetidora Rede Vida de Televisão e da Canção Nova, a abertura da Fazenda da Esperança ( casa de recuperação de dependentes de drogas), a criação de paróquias. Olhando para tras, vejo que, com a graça de Deus e colaboração de todos, tudo foi realizado.


FE - O senhor escreveu muitos livros e cartilhas. Qual seu objetivo?


DI - A grandeza de um país precisa passar pela educação. Escrevi seis cartilhas políticas com a finalidade de contribuir na formação política das pessoas. Publiquei 32 livros (muitos em co-autoria). Na próxima Feira do Livro, lançarei mais um que tem como título "Vivendo a Fé". Sempre tendo como objetivo colocar mensagens de alegria, esperança, otimismo e fé na vida das pessoas e das famílias.


FE - Porque o senhor pediu renúncia do governo da Arquidiocese?


DI - A Igreja Católica determina que o bispo, ao completar 75 anos, peça renúncia ao governo da Diocese e assim fiz para ser obediente à Igreja. Ao completar 75 anos, no dia 27 de agosto de 2015, apresentei ao Papa Francisco meu pedido de renúncia e ele nomeou, como meu sucessor, dom Zanoni Demettino Castro.


FE - Quais são seus planos para o futuro?


DI - O futuro a Deus pertence. Feira de Santana me acolheu sempre como filho. Sou cidadão baiano e cidadão feirense. A Princesa do Sertão, hoje, é minha segunda família. Aqui, nesta cidade, me sinto em casa. Todos me acolhem como irmão. Com certa ousadia tomo a liberdade de, pela primeira vez, revelar: Se for a vontade de Deus, pretendo morrer e ser sepultado em Feira de Santana. 

FONTE: Da Redação
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