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Preço baixo e qualidade de vida: orientais se estabelecem no comércio informal

A imigração para Feira de Santana ocorre pela cidade ser grande fonte de negócios


18/09/2019 às 10:58h

Preço baixo e qualidade de vida: orientais se estabelecem no comércio informal
Crédito: Mário Sepúlveda/FE

Todos os caminhos levam a Feira de Santana. Essa frase celebre da canção do feirense, Carlos Pitta, diz muito sobre a realidade da Princesa do Sertão. Maior entroncamento rodoviário do Norte/Nordeste, Feira de Santana é uma cidade de comércio bastante movimentado, referência para cidades vizinhas e para a capital. Quem nunca recebeu solicitações de encomendas de amigos e parentes de outras localidades e vê no Feiraguai uma local de muitas possibilidades de produtos, com um preço em conta?


É lá no Feiraguai também que se concentra uma grande quantidade de comerciantes orientais. Em uma rápida passagem pelos boxes, é possível ouvir o idioma desconhecido, mas o esforço para se fazer entendido e garantir a venda dos produtos.


Segundo o presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes de Feira de Santana, Waldick Sobral, há no local 615 boxes, entre estes 21 tem chineses como donos ou funcionários. Geralmente trabalham com calçados, acessários e vestuário.

 

Para Waldick, a imigração para Feira de Santana ocorre pela cidade ser grande fonte de negócios. “Feira de Santana é um polo comercial muito grande e muito forte, até porque muitas cidades circunvizinhas vem nos visitar, vem comprar pois temos o melhor preço, temos uma modalidade de Feira mesmo de fazer negócios com coisas baratas, com preço justo e em conta, por isso eles procuram esse nosso espaço”, afirma.

 

Crédito: Lorena Souza

 

Sobre a preferência por se estabelecer no Feiraguai, Waldick diz que os imigrantes escolhem o entreposto pois o local atrai um grande público para a cidade e que os comerciantes feirenses já se acostumaram com eles. “A gente não tem como disputa, apenas um concorrente e quando eles estão aqui dentro eles precisam sobreviver. Eles disputam com a gente, comem uma fatia do nosso bolo”, risos.


Entre os que enxergaram na Princesa do Sertão uma oportunidade, encontramos Lin Benshan, de 31 anos. Ele conta que está há seis anos em Feira e que veio com toda a família. Um pouco apressado e com um português esforçado, o comerciante de óculos conta que Feira é uma cidade ótima para viver. Para ele, a permanecia da família levam em consideração o custo de vida é muito bom. Ele cita também o trânsito, que tem um tráfego mais tranquilo do que nas grandes cidades do Brasil.


Assim como Lin muitos outros chineses seguem fazendo do comércio informal em Feira um local bastante procurado, que gera renda e oportunidade de emprego para os feirenses também. Para o presidente da associação, “onde tem chinês as pessoas acreditam que tem preço bom, eles dão brilho e atraem pessoas para comprar na cidade”, finaliza.

FONTE: Da Redação
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