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ADUFS não aceita proposta do governo e greve continua

De acordo com e reitor da UEFS, Evandro Nascimento, a reunião foi importante para que as necessidades de financiamento das universidades estaduais fossem claramente apontadas


10/04/2019 às 10:35h

ADUFS não aceita proposta do governo e greve continua
Crédito: Mariana Almeida/FE

A execução orçamentária foi o principal ponto de pauta da reunião entre o Fórum de Reitores das Universidades Estaduais da Bahia e o Governo do Estado, que ocorreu na última segunda-feira (8). Durante a reunião, Rui Costa determinou a liberação imediata de R$ 36 milhões para investimentos específicos em quatro instituições.


A verba deve ser destinada para a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Universidade Estadual De Santa Cruz (UESC), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e a Universidade do Estado da Bahia (UNEB).


De acordo com o presidente do Fórum e reitor da UEFS, Evandro Nascimento, a reunião foi importante para que as necessidades de financiamento das universidades estaduais fossem claramente apontadas, e para que o Governo do Estado desse uma resposta condizente com tais necessidades. “Foi um avanço o compromisso de executar a totalidade deste orçamento”, disse.


O coordenador da Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Feira de Santana (ADUFS), André Almeida Uzeda, ressaltou que o recurso destinado não atende as necessidades da categoria. “O governador está tentando camuflar a real situação. Ele cancelou a reunião que teria conosco e marcou com os reitores, onde foi apresentada uma proposta de um financiamento de 36 milhões para as universidades. Essa verba é rubricada apenas para obras e equipamentos, nosso pleito é outro”, disse.


Segundo o coordenador, a greve continua. “O valor também é insuficiente diante das deficiências e necessidades das quatro universidades. Do valor total, seriam destinados apenas R$ 5 milhões para as obras e equipamentos da Uefs, inclusive, há muito tempo ouvimos essa mesma conversa, de que este mesmo dinheiro seria liberado”, completou o coordenador.


O porquê da greve?


Os principais motivos comuns entre as universidades que justificam a greve são:


1 - Direitos trabalhistas - Nas quatro universidades estaduais, os direitos trabalhistas garantidos por lei são desrespeitados, a exemplo das promoções, progressões e alterações de regime de trabalho.


2 - Recomposição da inflação - O último reajuste das perdas inflacionárias do ano anterior ocorreu em 2015.


3 - Arrocho salarial - Há seis anos, os docentes não possuem aumento real em seus salários, o último, em 2013, foi de 7% no salário base.


4 - Alíquota previdenciária - O governador aprovou a lei (nº 14.031/2018) que aumenta essa taxa paga pelo servidor de 12% para 14%.


5 - Alteração no Estatuto do Magistério Superior - Em dezembro do ano passado foi retirada dos docentes a possibilidade de utilizarem mais tempo à pesquisa, extensão e pós-graduação.


6 - Planserv - Os repasses orçamentários do governo para o Planserv foram reduzidos em 50%, passando de 4% para 2%, uma redução anual de R$ 200 milhões.

FONTE: Da Redação
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