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Policlínicas abrem espaço para novos empregos

Com oito policlínicas em funcionamento, foram contratados 549 profissionais, sendo 216 médicos e 333 profissionais não médicos


04/07/2018 às 06:06h

Policlínicas abrem espaço para novos empregos
Crédito: Reprodução

Desde a inauguração, pelo Governo do Estado, da primeira Policlínica Regional de Saúde, em novembro do ano passado, no município de Teixeira de Freitas, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) vem possibilitando de forma considerável a expansão da oferta de empregos no interior. Até o momento, com oito policlínicas em funcionamento, foram contratados 549 profissionais, sendo 216 médicos e 333 profissionais não médicos, como enfermeiros, farmacêuticos, psicólogos e pessoal administrativo.

 

Além disso, foram geradas vagas para 48 vigilantes, 48 pessoas encarregadas da limpeza e 82 motoristas em empresas prestadoras de serviço. Os médicos e demais profissionais que atuam nas policlínicas regionais são contratados no regime de CLT, fazendo jus a todos os direitos trabalhistas, e, no caso dos médicos, podem ter salário superior a R$ 10 mil.

 

As policlínicas regionais fazem parte dos Consórcios Públicos de Saúde, iniciativa do Governo do Estado que visa regionalizar a prestação de serviço de alta qualidade em saúde para a população do interior baiano, evitando, com isso, que os pacientes se desloquem para os grandes centros em busca desse atendimento. Nessas unidades, não são atendidas urgências e emergências, nem qualquer tipo de demanda espontânea. O paciente encaminhado para a policlínica permanece em acompanhamento com a equipe de Atenção Básica do município onde mora.

 

As oito policlínicas já em funcionamento estão localizadas nos municípios de Teixeira de Freitas, Alagoinhas, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Guanambi, Irecê e Jequié.

 

Cada policlínica custou cerca de R$ 24 milhões, entre obras e equipamentos, que são assumidos integralmente pelo Governo do Estado. Já a manutenção é compartilhada entre o Estado, que financia 40% dos custos, e os municípios consorciados, que cobrem os 60% restantes, proporcionalmente à sua população.

 

Micro-ônibus fazem a rota entre os municípios participantes do Consórcio Público de Saúde, que administra a unidade. Os veículos são equipados com ar-condicionado, televisão, poltronas reclináveis e acessibilidade para deficientes, a fim de conduzir pacientes agendados à policlínica da região.

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