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Maia admite: ‘grande chance de parar’ ao fim de contrato

Lutador meio-médio paulista negociou mais quatro lutas com UFC, e explica porque aceitou luta de última hora contra Usman: “Você fica se coçando para pegar lutas grandes”


15/05/2018 às 04:06h

Maia admite: ‘grande chance de parar’ ao fim de contrato
Crédito: Reprodução

O MMA brasileiro deu adeus a um de seus maiores nomes no último fim de semana, com a despedida de Vitor Belfort dos cages do UFC após sua derrota para Lyoto Machida no Rio de Janeiro. No próximo fim de semana, outro ídolo nacional no esporte pode começar sua "turnê de despedida": Demian Maia. O peso-meio-médio paulista faz no próximo sábado a luta principal do UFC Santiago, contra o nigeriano Kamaru Usman - o Combate transmite ao vivo e com exclusividade.

 

Demian aceitou o combate com menos de um mês de antecedência, após o adversário original de Usman, Santiago Ponzinibbio, sofrer uma lesão na mão e ser forçado a desistir da participação no confronto. O brasileiro e seu empresário, Eduardo Alonso, aproveitaram a situação para negociar a renovação de contrato do lutador, que fechou mais quatro lutas, incluindo o duelo com o nigeriano. Já com 40 anos de idade, Maia vislumbra potencialmente pendurar as luvas ao término do acordo.

 

- A gente acabou renegociando sim o contrato. Eu tinha uma luta pendente no meu contrato, renegociamos para mais quatro. Estou indo para o fim da minha carreira, já olhando para minha aposentadoria. Quero fazer essas quatro lutas da melhor forma possível, pois não sei ainda se vou parar, mas existe uma grande chance de eu parar depois dessas quatro lutas. Quero fazer meu melhor nesta luta e nas próximas três, e depois disso vou ver o que vai acontecer - contou o lutador paulista, em entrevista por telefone, ao Combate.com.

 

Não é de se espantar que Demian tenha aceitado o desafio contra o perigoso Usman, que venceu suas últimas 11 lutas e vive franca ascensão no ranking da categoria, mesmo com apenas três semanas de antecedência. Ao longo de 18 anos de carreira no MMA, o paulista encarou situações semelhantes no estágio mais alto do esporte: na disputa de cinturão. Foi assim quando encarou Anderson Silva - na época considerado o melhor lutador peso por peso em atividade - pelo título dos pesos-médios, em 2010, e quando enfrentou Tyron Woodley pelo cinturão dos meio-médios, em 2017.

 

- Como lutador, você fica se coçando para pegar lutas que sejam grandes, mesmo que estejam perto. Às vezes não é a melhor decisão a se tomar, mas a gente acaba tendo uma divergência entre o atleta e o lutador. Como lutador, você acaba às vezes pegando uma luta dessas. São lutas grandes. Contra o Anderson, na época eu sabia que não era o desafiante número 1, - tinha perdido uma luta e acabado de vencer o Dan Miller - mas veio a oportunidade e tive que aceitar. Com o Woodley, eu era o desafiante número 1 e achava que poderia esperar, mas me disseram que eu tinha que aceitar aquela oportunidade em quatro semanas, e fiquei receoso de não ter a oportunidade de novo depois. Às vezes é melhor você pegar uma luta dessas do que se arrepender pelo que não fez - explica Demian Maia.

FONTE: Combate
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