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Baiano revive ‘Che’ em mistura de ficção e fatos reais

João Carlos Goulart encena “Um homem chamado Che: os bastidores que a história não conta”


13/04/2018 às 01:55h

Baiano revive ‘Che’ em mistura de ficção e fatos reais
Crédito: Acervo pessoal

Revolucionário ou assassino, herói ou vilão, não há quem passe imparcial pela história do argentino Ernesto Guevara de la Serna, um dos líderes da Revolução Cubana, no final dos anos 50 do século XX. Conhecido como “Che” Guevara, a biografia de Ernesto já ganhou livros e telonas, o semblante virou ícone pop estampado em camisas e agora chega aos palcos de teatro, com estreia em Feira de Santana, neste mês de abril, em única apresentação no Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA), dia 25 às 20 horas.


A empreitada é do ator baiano, natural de Santa Teresinha, João Carlos Goulart, que encena o monólogo “Um homem chamado Che: os bastidores que a história não conta”, uma comédia com duração de aproximadamente 1 hora. Apesar de interpretar um personagem real, Goulart traz uma obra de ficção, com uma releitura de fatos reais. Na montagem, Che Guevara vem ao Brasil disfarçado de cantor e compositor para encontrar o presidente da época, Jânio Quadros. Che é preso por vadiagem e depois de conseguir a liberdade vai parar em um prostibulo. A peça ainda traz trechos do discurso de 11 de dezembro de 1964, durante Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e aspectos da cultura dos anos 60 como movimento tropicalista.


O que a história conta é que Ernesto Che Guevara esteve no Brasil em 1961 e recebeu do presidente Jânio Quadros a Grã Cruz da ordem Nacional do Cruzeiro do Sul. “É muito interessante. Convido o público a assistir ao espetáculo”, comenta João Carlos Goulart, que retorna aos palcos após 15 anos. O ator tem quatro monólogos na carreira: “Um brasileiro pacato” (1983), “O curral da miséria” (1992), “Lua de mel na palhoça” (2003) e agora estreia “Um homem chamado Che”.


Ficha Técnica:


“Um homem chamado Che: os bastidores que a história não conta”


Por João Carlos Goulart


Quando: 25 de abril, às 20 horas


Onde: Teatro do Centro Universitário de Cultura e Arte (CUCA)


Quanto: R$ 10 (unidade) e R$ 20 (três ingressos)


Duração: Aproximadamente 60 minutos

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