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Funcionários dos Correios podem parar esta semana

No ano passado, a greve que durou 21 dias causou vários transtornos em Feira


08/09/2012 às 11:49h

Os trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) podem entrar em greve por tempo indeterminado. Nesta segunda-feira (10), por todo o Brasil, acontecerão assembleias estaduais. Caso seja aprovada, a greve será deflagrada na madrugada de segunda para terça-feira (11).

 

A diretoria da empresa ofereceu um reajuste salarial de 3%. A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) reivindica 43,7%. A Fentect também pede a negociação de R$ 200 de aumento linear, piso salarial de R$ 2,5 mil e vale-refeição de R$ 35 por dia, contratações por concurso público, fim das horas extras e da terceirização são outros itens da pauta de reivindicações.

 

O Ministério das Comunicações informou que não irá se manifestar sobre o assunto. Já a assessoria de imprensa da ECT disse que o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, tiveram uma reunião, na última segunda-feira (03), com dirigentes de quatro sindicatos dissidentes da Fentect.

 

Os quatro sindicatos, que se desfiliaram da federação, representam os trabalhadores de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Tocantins e de Bauru (SP). Essas entidades reivindicam 5,2% de reposição salarial, 5% de aumento real, reajuste linear de R$ 100 e vale-refeição de R$ 28 por dia.

 

Os Correios informaram, por meio de sua assessoria de imprensa, que, desde o começo de julho, a empresa fez 12 reuniões de negociação com a federação. A direção dos Correios disse ainda que, nos últimos nove anos, a maior parte dos trabalhadores dos Correios teve 138% de reajuste salarial, o que incluiria 35% de aumento real. O salário-base pago pela empresa, que era R$ 395,94 em 2003, e passou para R$ 942,75 em 2011.

 

FEIRA

No ano passado, em Feira de Santana a greve causou diversos transtornos, quando mais de 40 mil correspondências deixaram de serem entregues durante os 21 dias de paralisação. Em nível estadual, por enquanto, o sindicato dos trabalhadores ainda não se manifestou sobre o assunto.

FONTE: Da Redação
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