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Hospital Estadual da Criança se queixa de transferências inadequadas

“As unidades do interior devem encaminhar as crianças sem que elas corram o risco de piorar seu quadro clínico”, declarou a diretora do HEC


02/05/2012 às 08:44h

Hospital Estadual da Criança se queixa de transferências inadequadas
Edilma Reis | Crédito: Mário Sepúlveda

O Hospital Estadual da Criança (HEC), recebe, diariamente, pacientes transferidos de unidades de saúde do interior do Estado, mas muitas dessas transferências são feitas de forma inadequada, o que acaba piorando o estado clínico da criança, ou, em alguns casos, causando até sua morte ainda na estrada.

 

A unidade móvel que transporta o paciente, legalmente, é um leito móvel da unidade de origem. Existe uma resolução do Conselho Federal de Medicina regulamentando que a unidade que transfere um paciente é responsável pela integridade física dele até sua chegada ao hospital seguinte.

 

“Esta é uma questão muito séria, sabemos que os municípios do interior são deficientes nas assistências de média e alta complexidade por vários motivos. Mas, o que não pode é um profissional colocar uma criança dentro de um carro qualquer, como chegaram aqui várias vezes, ou em ambulâncias sem as condições devidas de transporte, sem oxigênio e sem um profissional de saúde habilitado para prestar atendimento. Então recebemos vários casos em que a criança chega em estado gravíssimo ou até em óbito”, informou Edilma Reis, diretora do Hospital Estadual da Criança.

 

A diretora também ressalva a importância de fazer a regulação, pois, antes de decidir a remoção do paciente, é necessário realizar contato com o médico receptor ou diretor técnico do hospital de destino e ter a concordância deles.

 

“Estas unidades do interior nem mesmo nos informam que estão mandando o paciente, todas estas transferências afetam o funcionamento do HEC. Temos sete leitos de unidade de emergência, que geralmente estão sempre ocupados, e uma sala de parada que deixamos reservada para receber os casos graves. Quando somos informados, podemos otimizar o trabalho, a equipe fica preparada para receber o caso grave”, disse Edilma.

 

Confira a matéria completa na edição de hoje (02) no Jornal Folha do Estado.

FONTE: Folha do Estado
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