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Crime em 2012

Acusado de matar e esquartejar amante é preso em casa

A vítima foi esquartejada e pedaços do corpo foram distribuídos por vários lugares.


05/09/2015 às 11:58h

Acusado de matar e esquartejar amante é preso em casa
Reprodução

Neuza da Cruz Vieira foi vista pela última vez na tarde de 19 de novembro de 2012, saindo da academia que frequentava. O marido ainda conseguiu contato com ela pelo telefone, por volta das 20h do mesmo dia. Depois disso, a mulher desapareceu. Na última quarta-feira, policiais da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) prenderam Moisés Silva Ferreira, de 41 anos, acusado da morte de Neuza. Amante da vítima, ele foi capturado em casa no Rio de Janeiro.


De acordo com informações da DDPA, Moisés esquartejou Neuza num quitinete na Vila do João, na Maré, e jogou as partes do seu corpo em pontos distintos da Zona Norte. Os braços foram encontrados na Praia de Ramos. Já o tronco e a cabeça, colocados em diferentes sacos plásticos, estavam na Ilha do Fundão. Tudo foi encontrado dias após o desaparecimento. Pelas impressões digitais e exame de DNA, foi descoberto pela DDPA que as partes eram da vítima.


Uma testemunha, a quem Moisés teria confessado o crime, contou à polícia detalhes da ação do acusado. Segundo os relatos dados à polícia, o amante disse que Neuza “pediu para morrer, pois estava enchendo o saco dele”. O rapaz afirmou que já saiu de casa com uma faca, com a intenção de matar a vítima. Ao relatar o crime, o vendedor não aparentou qualquer remorso.


Ainda de acordo com a testemunha, Moisés e Neuza saíram juntos da academia, e ele pediu que a amante fosse para casa. Ela, no entanto, entrou no ônibus junto com o rapaz, em direção à Vila do João, local que ele usava para falsificar CDs e DVDs que vendia. Lá, tentou enforcá-la quatro vezes, mas como a vítima lutava, teve dificuldades e usou a faca para matá-la. O rapaz teve o cuidado de esperar para se desfazer do corpo, escolhendo momentos em que a rua estava vazia.

 

Moisés foi indiciado pela polícia pelos crimes de homicídio duplamente qualificado (por motivo fútil e com recurso que dificulte ou impossibilite a defesa da vítima) e ocultação de cadáver. Ele teve a prisão preventiva decretada pela juíza Elizabeth Machado Louro, da 4ª Vara Criminal da capital.

FONTE: extraonline
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