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Sequência de assaltos assusta moradores do Jardim Cruzeiro

A quantidade de policiais é insuficiente para o bairro


13/07/2012 às 09:41h

Sequência de assaltos assusta moradores do Jardim Cruzeiro
Crédito: Gleidson Santos/Folha do Estado

Assaltantes voltaram a espalhar o medo e protagonizar cenas de ousadia, no bairro Jardim Cruzeiro, em Feira de Santana. Os pontos comerciais existentes no bairro viraram território de insegurança, que se alastra também entre moradores. De acordo com alguns comerciantes, os estabelecimentos têm sido um dos pontos mais vulneráveis.

 

A Associação Presidente Getulio Vargas, que foi assaltada por quatro vezes, realizou este ano a 3ª Caminhada Contra a Violência do Bairro, que contou com mais de duas mil pessoas. A caminhada, segundo o presidente interino da Associação, Alfredo de Oliveira, objetiva conscientizar as pessoas de que o papel da educação contra a violência começa dentro de casa.

 

O presidente interino explica que a violência precisa ser observada dentro de casa.  “A questão da violência não é apenas uma questão de poder público, é uma questão da comunidade, que precisa começar agir, começando dentro de casa”, falou.

 

Alfredo também diz que a quantidade de policiais ainda é insuficiente. “A questão dos assaltos aqui no bairro Jardim Cruzeiro, constantemente, com roubos de motos, celulares, casas e principalmente estabelecimentos comerciais está complicada. Nós acreditamos que a quantidade de policias ainda é insuficiente, apesar de a 66ª Companhia vir nos dando grande atenção, com policiais em ronda a pé”.

 

O presidente deixou em aberto o espaço da associação para a implantação de um módulo policial no bairro. “Caso a Polícia Militar queira, ela pode construir um módulo aqui na área da Associação, que é enorme. O espaço está aberto a algo que vai beneficiar a todos os moradores do bairro”.

 

Comerciantes

 

Um comerciante, que não quis ser identificado e diz trabalhar mais de 15 anos no bairro, revela que sofreu nove assaltos.  “Geralmente, eles chegam com capacete, a garupa desce da moto e anuncia o assalto. Da última vez, que tem mais ou menos quatro meses, vieram quatro indivíduos em um carro. Além do prejuízo, que tem sido muito grande com esses assaltos, ainda o risco que corremos em perder a vida”, relatou.

 

Outra comerciante que também não quis ser identificada relata o que muda na sua rotina como trabalhadora, com os constantes assaltos. “Tudo isso interfere no nosso dia-dia, pois ficamos mais apreensivos, os nossos horários acabam até mudando por conta disso, porque às vezes queremos trabalhar até um pouco mais tarde, mas por conta do medo de assaltos”, contou assustada.

 

uma senhora que com medo não quis revelar a identidade, desabafa: “Isso é um absurdo, ter que trabalhar dessa maneira, com o estabelecimento todo na grade, por conta dos assaltantes. Nós pagamos os nossos impostos para viver assim? Trabalho aqui mais de 20 anos, e a situação tem piorado a cada dia, infelizmente”, pontuou.

 

Confira a cobertura completa na edição de hoje (13) do Jornal Folha do Estado

FONTE: Da Redação
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