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PF realiza prisões em operação contra pedofilia

Um operação da Polícia Federal prendeu 18 suspeitos de integrar uma quadrilha que compartilhava arquivos de pornografia infantil pela internet.


28/06/2012 às 04:38h

PF realiza prisões em operação contra pedofilia
Material apreendido pela PF durante operação no Rio Grande do Sul | Comunicação Social da PF

 

Um operação da Polícia Federal, intitulada como “DirtyNet”, prendeu nesta quinta-feira (28) 18 suspeitos de integrar uma quadrilha que compartilhava arquivos de pornografia infantil pela internet.

 

A ação foi realizada em 11 estados e no Distrito Federal com 15 mandatos de prisão. O número inicial foi ultrapassado devido a prisões em flagrantes durante as buscas. São 50 mandatos envolvendo busca e apreensão.

 

Até a tarde de hoje (28) as prisões ocorreram no Ceará (um radialista foi preso em Fortaleza), no Rio Grande do Sul (duas em Porto Alegre, uma em Esteio e duas em Santa Maria), Minas Gerais (duas em Uberaba e uma em Ouro Fino), Paraná (uma em Foz do Iguaçu), São Paulo (uma na capital), Rio de Janeiro (duas na capital), e Espírito Santo (uma na Grande Vitória). Não foi divulgado onde foram presos outros quatro suspeitos.

 

O radialista preso no Ceará é o famoso humorista Mução, que ficou conhecido por passar trotes para as pessoas e teve seu programa veiculado em várias emissoras de rádio do país.

 

A PF começou a monitorar a quadrilha seis meses através de redes privadas de compartilhamento de arquivos. Os suspeitos atuavam no anomimato. Os arquivos compartilhados pela quadrilha continham cenas de adolescentes, crianças e bebês em contexto de abuso sexual.

 

Os policiais identificaram também na rede relatos de outros crimes contra crianças, como uma menção a estupro cometido contra os próprios filhos, sequestros, assassinatos e atos de canibalismo.

 

A operação surgiu após uma informação recebida em uma ação anterior realizada pela PF,  a "Caverna do Dragão", em que se descobriu que um dos investigados fazia parte de uma rede de pedofilia com 160 pessoas, segundo a delegada Diana Kalazans Mann.

 

"São lesões corporais cometidas contra crianças no meio de fantasias sexuais macabras, inclusive com extração de pedaços, e relatos abomináveis. Do que chegou para mim, é o que eu vi de pior", disse a delegada.

 

Dentre os membros do grupo, 97 eram do exterior e 63 do Brasil. integrava a rede quem era convidado, necessitando de aprovação, diz a delegada.

 

As fotos não eram vendidas, mas trocadas entre os usuários. Todas as imagens eram de crianças até 12 anos.

 

Os brasileiros investigados compartilhavam material de pornografia infantil com  usuários da internet de outros 34 países: Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Bósnia, Canadá, Chile, Colômbia, Croácia, Emirados Árabes Unidos, Equador, Estados Unidos, Filipinas, Finlândia, França, Grécia, Indonésia, Iran, Holanda, Macedônia, México, Noruega, Peru, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Tcheca, Rússia, Sérvia, Suécia, Tailândia e Venezuela.

 

Através da Interpol, a PF alertou os países envolvidos sobre o caso para continuar as investigações.

 

As ordens judiciais estão sendo cumpridas nas cidades de Porto Alegre, Esteio e Santa Maria (RS), Belo Horizonte, Montes Claros, Uberaba, Uberlândia, Varginha e Divinópolis (MG), Curitiba, Foz do Iguaçu, Maringá e Guaíra (PR); Fortaleza (CE); Natal (RN); Rio de Janeiro, Niterói e Nova Iguaçu (RJ); São Paulo, Santos, São José dos Campos e Piracicaba (SP); Recife (PE); Salvador (BA); São Luís do Maranhão (MA); Vitória (ES) e Brasília (DF).

FONTE: Da redação, com informações do G1
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