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Padrasto é indiciado por homicídio triplamente qualificado

A mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Mingoni Ponte, foi inocentada de qualquer participação na morte e sumiço do filho


20/12/2013 às 10:13h

Padrasto é indiciado por homicídio triplamente qualificado
Crédito: Reprodução/Arquivo Pessoal

O consultor de negócios Guilherme Raymo Longo, 28 anos, é considerado pela Polícia Civil de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, como o responsável pela morte do menino Joaquim Ponte Marques.
 
 
Longo foi ouvido nesta quinta-feira, 19, na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e de lá saiu indiciado por homicídio triplamente qualificado. Já a mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Mingoni Ponte, 29 anos, foi inocentada de qualquer participação na morte e sumiço do filho. 
 
 
Joaquim, que morreu aos 3 anos, desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto em 5 de novembro e o corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos, na região norte do Estado, cinco dias depois. A Polícia Civil trabalhava com a hipótese de que o menino, que fazia tratamento contra diabetes, tivesse sido morto com uma dose exagerada de insulina. 
 
 
A falta de provas tem sido a maior dificuldade para elucidar a morte dele. Exames realizados no corpo de Joaquim não detectaram excesso de insulina, mas policiais alegam que isso era esperado porque o hormônio desaparece pouco tempo após ser aplicado.

FONTE: Com informações do Estadão
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