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Paralisação de maqueiros causa transtorno no HGCA

A paralisação aconteceu em protesto aos constantes atrasos salariais


22/04/2013 às 11:29h

Paralisação de maqueiros causa transtorno no HGCA
Crédito: Mário Sepúlveda/Portal Folha do Estado

 

Funcionários da empresa Orbraserv, que prestam serviço de maqueiros no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), pararam as atividades durante na última terça (16), em protesto aos constantes atrasos salariais.

 

Dos 20 maqueiros que realizam o trabalho de transporte de pacientes, apenas 30% continuaram trabalhando. A paralisação gerou um caos nos corredores do hospital, com o congestionamento das macas, que eram transportadas por enfermeiros e motoristas das ambulâncias.

 

Os trabalhadores alegam que não têm dinheiro para comer, pagar aluguéis e demais contas domésticas. Eles também afirmam que, enquanto a situação não for regularizada, os serviços permanecem parados.

 

 

“Cruzamos os braços por falta de pagamentos e ninguém uma resposta. Todo mês acontece esse atraso; em março, foram 15 dias de atraso e este mês chaga a 15. Isso não pode continuar”, diz o maqueiro Juarez Canuto, que está com o pagamento da pensão alimentícia atrasada e corre risco de ser preso.

 

Eduardo Dias Costas disse que tentou entrar em contato com a empresa, mas não previsão de pagamento. “Eles não dão previsão de pagamento. Além disso, eles me disseram que, se não tivéssemos dinheiro para o transporte, não era para vir trabalhar”, afirma o maqueiro, que também diz passar necessidades, por falta do salário. “A diretoria do hospital está correndo atrás, está tentando, mas é a empresa que não quer pagar”, conclui Eduardo Dias.

 

“Está difícil trabalhar sem o maqueiro, aqui no hospital. As macas ficam retidas dentro, não tem como buscar. Às vezes, acontece troca de macas. É um absurdo”, disse Elíesio João de Souza, motorista de ambulância.

 

Durante todo o dia, houve um acúmulo de ambulâncias no estacionamento do hospital. Nossa reportagem flagrou 11 veículos retidos, esperando a liberação das macas que ficam presas na emergência, à espera dos profissionais. “A paralisação continuará até que o pagamento seja liberado”, disse Eduardo Dias. 

FONTE: Da Redação
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