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Médico pode ser condenado por uso indevido de internet

Utilizar a internet de modo inadequado pode trazer consequências drásticas


27/05/2012 às 09:02h

Médico pode ser condenado por uso indevido de internet
Crédito: Reprodução

É fato que a rede mundial de computadores, a internet, em determinadas profissões é necessária e pode contribuir na produtividade. Mas, por trás dessa grande ferramenta, aparentemente tão benéfica, pode se esconder um grande perigo no ambiente de trabalho: a distração.

 

Uma pesquisa recente do Instituto Qualibest sugere que as organizações estabeleçam parâmetros para o limite saudável da internet para seus funcionários. O estudo ainda acusa que 87% dos brasileiros usam a internet durante o expediente para fins pessoais.

 

Um caso do mesmo assunto da pesquisa que chamou a atenção do FOLHA DO ESTADO foi o do médico inglês Rajendra Kokkarne, de 37 anos. Ele é acusado de matar seus pacientes Beryl Barber, 78, e Eric Watson, 86, ao receitar-lhes doses de morfina dez vezes maiores que o necessário, por estar distraído checando resultados de jogos, acessando email e realizando transações bancárias. Kokkarne admitiu a displicência ocorrida em 2008 e o caso está sendo julgado este mês, pela corte Leeds.

 

Sites de busca e de notícias, redes sociais, downloads, internet banking, emails e bate-papo são os recursos mais acessados segundo a pesquisa, ficando na “lanterninha” o acesso a jogos online, o qual apenas 6% dos internautas admitiram usar durante o expediente. O Ibope/NetRatings realça o resultado do estudo do Qualibest e afirma que o local de trabalho é o terceiro mais usado para o acesso à internet no Brasil, perdendo apenas para residências e locais públicos.

 

Apesar de dados relevantes, o uso da rede aberta parecia não preocupar tanto as empresas brasileiras. A pesquisa apontava ainda que 69% dos entrevistados afirmavam trabalhar em companhias onde não qualquer imposição de restrição no acesso à web.

 

dos que afirmavam fazer parte de empresas que restringem, 87% afirmavam que conteúdo erótico era vetado e o bloqueio às redes sociais representavam 83% dessas organizações. Nesse estudo, mais de 1.400 pessoas responderam ao formulário do Qualibest, que foi enviado por email entre setembro e outubro de 2008.

 

EM FEIRA

 

O gerente de relacionamento e atendimento de um banco particular de Feira de Santana, Hélio Braga, afirma que, “em bancos, falhas desse tipo são menos comum, uma vez que estas empresas possuem um sistema interno de comunicação digital que não permite acesso a outras páginas que não fazem parte dos interesses bancários”.

 

O vereador Marialvo Barreto considera a web uma ferramenta positiva. “Em meu cargo, a internet é benéfica, indispensável no mundo moderno, e qualifica o meu trabalho na medida em que facilita os contatos. Agora, tem que haver grande cuidado com as informações que ali são transmitidas, para não extrapolar o limite adequado de seu uso. Quando essa falta de cuidado, a pessoa pode pôr em risco a entidade da qual faz parte”, opina.

 

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FONTE: Folha do Estado
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