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Harmonização facial registra recorde no Brasil

Alta dos procedimentos estéticos não cirúrgicos aumentou quase 400%, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)


03/12/2020 às 03:10h

Harmonização facial registra recorde no Brasil
Reprodução

Há 12 anos (2008) o Google Trends — ferramenta de tendências do Google, pontuava pela primeira vez o interesse dos brasileiros por harmonização facial. À época, harmonizar o rosto unindo botox, preenchimento facial, lasers, fios de sustentação, microagulhamento e peeling químico parecia “coisa de cinema”.

 

No último trimestre de 2020, no entanto, o tratamento estético alcançou o pico recorde de pesquisas no Brasil, fato inédito desde o início da varredura pelo Google. A procura pela harmonização facial em outubro, inclusive, ultrapassou as buscas pelo botox — que desponta entre a população desde a virada do século.

 

A “harmonização” integra a alta dos procedimentos estéticos não cirúrgicos entre a população, que aumentou em quase 400% no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Só o rosto harmonizado — tratamento queridinho entre os famosos, a exemplo de Alok, Gretchen, Lucas Lucco, MC Loma, Kelly Key e a cantora Joelma — cresceu em torno de 50% no ano de 2020, conforme atestado pela clínica Dr. Vinicius Said.

 

“O aumento na procura, principalmente pelo rosto harmonizado, se dá pela ausência de anestesia geral ou repouso absoluto, como acontece com as cirurgias plásticas. E o ponto principal são procedimentos seguros. O conjunto de procedimentos que englobam a harmonização facial ainda oferece uma resposta, na maioria dos casos, imediata”, pontua Vinicius Said, Speaker em harmonização facial pela Harvard Medical School — Boston.

 

O depoimento do biomédico faz menção ao conjunto de procedimentos estéticos que fazem parte do processo de harmonização e preparo da pele, a fim de prevenir e atenuar o processo natural de envelhecimento, entre eles: bioestimuladores, peeling químico, microagulhamento, laser, preenchedores, fios de sustentação e toxina botulínica. O objetivo do tratamento é devolver o volume perdido em determinadas áreas da face.

 

Capaz de proporcionar serenidade, leveza e rejuvenescimento facial para os pacientes, a “harmonização facial” disparou em 255% entre os anos de 2014 e 2019 nos consultórios estetas, saindo de uma média de 72 mil intervenções faciais ao ano para 256 mil, ainda segundo dados da SBCP.

 

O interesse dos brasileiros pelo rosto harmonizado, no entanto, ainda varia de região para região, com predominância no Distrito Federal (DF), seguido pelo Acre (2º colocado) e Tocantins (3º), conforme apontado pelo Google Trends na categoria “interesse por sub-região”. Estados como Rio de Janeiro (11º), São Paulo (12º) e Bahia (17º) ocupam posições medianas em um total de 27 distritos.

 

O intenso movimento nos consultórios estetas a procura da “harmonização facial” é uma realidade crescente na Bahia, conforme aponta o revisor da Revista Brasileira de Estética, Vinicius Said. Atuando em Salvador, o biomédico relata que o público misto (jovens, meia e terceira idade) é marcante na região, embora a faixa etária acima dos 35 anos seja predominante.

 

“Em geral, o maior público é acima dos 35 anos, que já trazem queixas como marcas de expressão e rugas indesejadas. Aos mais jovens sempre faço uma avaliação e ofereço alternativas de tratamento que possam melhorar sem preencher toda a face. Harmonizar, na minha visão, é como esculpir uma escultura, que requer tempo e não pode ser feita tudo em uma única vez. É necessário rever o paciente, seja qual for, em outro momento, respeitando o período de recuperação, para que possamos chegar a um resultado incrível de forma sutil e agradável”, relata Said.

 

Segundo o último balanço da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (International Society of Aesthetic Plastic Surgery — ISAPS), o Brasil segue ocupando a 2ª posição no ranking de países que mais fazem procedimentos estéticos não cirúrgicos no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos (1º). Atualmente, o país é responsável por 9,7% dos procedimentos estéticos realizados no mundo.  

FONTE: VINÍCIUS SAID | Biomédico Esteta
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