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PSOL declara apoio a Zé Neto no segundo turno

O partido manterá a independência o que o apoio também é estratégico no sentido de somar forças para vencer a candidatura adversária, considerada por Prest como conservadora


21/11/2020 às 12:00h

PSOL declara apoio a Zé Neto no segundo turno
Crédito: Divulgação

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em Feira de Santana definiu neste sábado (21), a posição da legenda com relação ao segundo turno da eleição municipal em Feira de Santana. O apoio do partido será a candidatura de Zé Neto (PT), uma adesão programática e que segundo os representantes do PSOL foi baseada na apresentação de propostas do plano de governo da candidatura do PSOL a prefeitura, com o compromisso de ser integrado e pautado em uma possível gestão do petista.


A presidente municipal do PSOL e ex-candidata a Prefeitura Marcela Prest disse que o partido manterá a independência e que o apoio também é estratégico no sentido de somar forças para vencer a candidatura adversária, considerada por Prest como conservadora. “O nosso apoio é um apoio a partir de um dialogo programático, que nenhum filiado do PSOL vai compor ou vai estar em uma possível gestão. Seremos independentes, a serviço daqueles e daquelas que sentem na pele os problemas cotidianos do nosso município”, disse a ex-candidata Marcela Prest, que obteve 4.785 votos (1,66%). A chapa de vereadores do PSOL obteve 9.315 votos, elegendo um vereador.


O vereador eleitor Jhonatas Monteiro explicou que quatro pautas foram apresentadas a candidaturas do petista como condicionantes para o apoio da legenda ao candidato Zé Neto (PT). Modificação do conjunto do transporte coletivo; fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com a convocação dos aprovados no último concurso de 2012; polícia municipal de creches e colocar em discussão através da revisão de Plano de Saneamento do município, as áreas de lagoa em Feira de Santana.


“Nos manteremos como forças politicas independente, atuando e votando em todas aquelas matérias que sejam do interesse do ponto de vista das necessidades sociais, daquilo é público e da garantia de direitos para a maioria da população feirense. Não foi uma discussão individual, foi feita entre forças políticas, organizações e de modo a pensar coletivamente os termos do nosso apoio. Esta associado a uma leitura do contexto nacional, da importância de derrotar o bolsonarismo e seus aliados locais. São 20 anos de um mesmo projeto politico que impactou fortemente para Feira ser isso que é hoje, que convive com problemas antigos não resolvidos. Isso significa agora tomar partido, não cabe ficar em cima do muro, por que isso significa favorecer quem sempre esteve no poder”, disse o Monteiro. 

FONTE: Da Redação
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