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Professores e ambulantes protestam em Feira de Santana

Manifestação ocorre entre as avenidas Getúlio Vargas e Senhor dos Passos, em frente a Prefeitura Municipal


15/09/2020 às 10:16h

Professores e ambulantes protestam em Feira de Santana
Crédito: Mairan Reis/Ascom/APLB

Uma manifestação na manhã desta terça-feira (15) no centro de Feira de Santana, entre as avenidas Getúlio Vargas e Senhor dos Passos, em frente a Prefeitura Municipal, reuniu professores da Rede Municipal de Educação e vendedores ambulantes que protestaram contra o governo municipal.


Os professores mais uma vez voltam a reclamar contra redução salarial desde que as aulas foram suspensas em 18 de março, em virtude da pandemia do novo coronavírus. Segundo a APLB já existe um processo no Tribunal de Justiça da Bahia para a devolução dos valores e a categoria também cobra uma resposta sobre um documento anexado ao processo onde previa um calendário para a devolução dos valores. Segundo a categoria, após uma reunião na última segunda-feira (14), foi informado que não haverá acordo o município aguardará o julgamento do processo.


Segundo a prefeitura, não houve corte de salários dos professores. Aqueles que estão com vencimentos menores desde o início da pandemia cumpriam horários extras de classe e, como não há aulas neste período, a Administração Municipal entende que não pode efetuar o pagamento apenas desses proventos.


A administração municipal diz que o Tribunal de Justiça derrubou a liminar que obrigava o pagamento das horas extras e também do deslocamento – vantagem aplicada apenas aos professores que atuam na zona rural. A decisão do TJBA considera o risco de grave lesão à ordem e à economia públicas. Com o pagamento, a Prefeitura teria um custo mensal de R$ 2.476.769,69.


Ambulantes


Já os vendedores ambulantes protestaram sobre a remoção dos trabalhadores do centro da cidade para o Shopping Popular. Além dos valores dos aluguéis dos boxes – varia de R$ 240 a R$ 400 – a depender do tamanho do box, os trabalhadores reclamam da mudança para o novo espaço.


A Prefeitura deu o prazo até esta terça-feira (15) para a mudança para o Shopping Popular, com a assinatura de um termo aditivo concedendo ao locatário a carência de oito meses do aluguel.  

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