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Família em vulnerabilidade alega descaso da SEDESO

A família tem sobrevivido com as doações que a vizinhança faz, de cestas básicas, e donativos


06/06/2020 às 11:32h

Família em vulnerabilidade alega descaso da SEDESO
Crédito: Mário Sepúlveda

A pandemia do novo coronavírus, e as medidas de distanciamento social trouxeram diversos problemas em todos os setores da sociedade, contudo, para as classes mais baixas, o prejuízo foi maior. Alguns dos cidadãos acabaram perdendo parte, ou toda a renda que sustentavam a família, um desses casos é o de Edvaldo Barbosa Jesus e Adalgisa Maria de Jesus, que estão morando num pequeno barraco com mais seis filhos, no bairro Tomba.

 

O casal antes da pandemia vivia numa casa alugada, contudo, após a crise que se alastrou em todo o mundo, perderam sua fonte de renda, e não conseguiram mais pagar o aluguel. A alternativa encontrada foi construir um pequeno barraco na rua Medeiros Neto, no bairro Tomba. Uma localidade de risco, já que passa por baixo de fios de alta tensão. Os filhos do casal que tem 2, 3, 8, 9, 12 e 14 anos dormem no chão, e vivem de forma precária há mais de 30 dias.

 

De acordo com Edvaldo Barbosa de Jesus, prepostos da SEDESO (Secretaria de Desenvolvimento Social) estiveram no local observaram o estado de vulnerabilidade da família, atestando que a família pode ser beneficiária do recurso assistencial mensal aluguel social, destinado a atender, em caráter de urgência, famílias que se encontram sem moradia. Um subsídio concedido por período de tempo determinado. A família beneficiada recebe uma quantia equivalente ao custo de um aluguel popular.

 

Edvaldo contou que os servidores pediram para que ele encontrasse uma casa de aluguel que custasse R$ 300. Ele procurou, mas não encontrou, em seguida, os servidores não retornaram mais, e a família continua morando no pequeno barraco, em situação de descaso.

 

A família tem sobrevivido com as doações que a vizinhança faz, de cestas básicas, e donativos. Adalgisa Maria de Jesus contou a reportagem do Jornal Folha do Estado que aparecem escorpiões no local com frequência, já que não tem portas, ou delimitações para impedir.

FONTE: Da Redação
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