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MP recomenda retorno de contrato entre Coelba e CEF

O número de pontos de pagamento não tem sido suficiente


12/07/2018 às 07:48h

MP recomenda retorno de contrato entre Coelba e CEF
Crédito: Reprodução

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou à Companhia de Eletricidade da Bahia (Coelba) que restabeleça o contrato firmado com a Caixa Econômica Federal (CEF) para que as contas de energia elétrica voltem a ser pagas nas casas lotéricas.

 

O périplo dos consumidores, que têm enfrentado longas filas para pagar as faturas, se arrasta desde o último 1º de junho, quando ocorreu a suspensão do convênio. A orientação foi da promotora de justiça Joseane Suzart. Nesta quinta-feira (12) às 8h30, na sede do MP do bairro de Nazaré, em Salvador, ocorre uma coletiva para informar sobre a atuação do órgão.

 

Foi recomendado também que não seja suspenso o fornecimento de energia, nem se apliquem multas aos usuários que estejam com faturas atrasadas, entre o dia da rescisão até o momento do restabelecimento.

 

Apesar de a concessionária ter disponibilizado mais de 3.600 pontos para pagamento na Bahia – 730 deles próprios –, quem não tem o hábito de utilizar a internet, assim como terminais de autoatendimento ou não tem conta bancária tem esperado horas para pagar o boleto.

 

Por causa da situação dos clientes, a diretoria de ações de proteção e defesa do consumidor da Secretaria Municipal de Ordem Pública notificou a Coelba para que a concessionária apresente esclarecimentos sobre o fim do convênio com a Caixa.

 

De acordo com informações da Coelba, as tentativas de negociação com a Caixa começaram em novembro de 2017, mas as duas partes não chegaram a um acordo quanto ao reajuste proposto pelo banco de 50,5% no valor da tarifa por fatura arrecadada.

 

Por meio de nota, a Caixa informou que as lotéricas recebem pagamentos de contas de água, gás e telefone, de boletos da Caixa de até R$ 2 mil (dinheiro ou cheque, se o convênio permitir), boletos de outros bancos até R$ 700 em dinheiro, faturas de cartão de crédito da Caixa, prestação da habitação, INSS, FGTS (com código de barras) e contribuição sindical em dinheiro.

FONTE: A Tarde Online
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