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Último ‘Discutindo a Micareta’ reprisou problemas da festa

Diversas questões e o que pode ser feito no sentido de melhorar cada vez mais um dos principais patrimônios imateriais foram discutiodos


11/05/2018 às 10:52h

Último ‘Discutindo a Micareta’ reprisou problemas da festa
Crédito: Mariana Almeida/FE

Diversas transformações aconteceram ao longo dos 81 anos de história da Micareta de Feira de Santana. O tradicionalismo da principal festa da cidade foi transformado em uma série de debates, transmitido pela Rede Geral e o Grupo Folha do Estado com a proposta de abordar diversas questões e o que pode ser feito no sentido de melhorar cada vez mais um dos principais patrimônios imateriais.


O programa Discutindo a Micareta trouxe diversos convidados, expondo os pontos que podem ser estudados e ampliados. Sob a coordenação de Amaury Junior, a última audição contou com a presença do representante do bloco Quixabeira da Matinha, Guda, a cantora Cris Mel, o presidente da Associação Baiana de Rádio e Televisão (Abart), Fernando Henrique Chagas e a gestora regional de atendimento da Coelba, Cleriane Rodrigues. O debate destacou os principais itens mencionados ao decorrer das edições, dando ênfase na mudança da data, além das questões voltadas para a divulgação, organização, planejamento, percurso e contratação de bandas, que são elementos importantes para a construção de uma festa mais adequada.


Com o intuito de preservar o samba de roda, a Quixabeira da Matinha tem um dos blocos mais esperados pelas pessoas que apoiam esta manifestação, existente há 29 anos. O cantor e produtor, Guda, afirma que para melhorar a festa o que falta é organização. “Os horários precisam ser mais coerentes. No domingo, o nosso bloco estava previsto para sair às 17h15, sendo que desde às 14h30, estávamos na Avenida e o nosso trio só saiu às 19h. Acaba sendo um desrespeito com o nosso público, temos pessoas de 3 a 70 anos de idade que vão para o circuito ver o grupo passar”, disse.


A artista, Cris Mel, também questionou os horários e explanou a falta de divulgação. “Muita coisa precisa melhorar principalmente os horários e a mudança da data. Porém, o maior problema é a falta de divulgação, afinal o que não é visto não é lembrado. Tinha pessoas que não sabiam que este ano teria a Micareta, os outdoors foram veiculados uma semana antes e não estava claro que a festa aconteceria em Feira. Sem divulgação ninguém ganha, os hotéis não ganham, os barraqueiros não ganham, os empresários e a própria banda perde a visualização”, contou.


Para Fernando Henrique Chagas, o que falta é planejamento e vontade política. “A Micareta acontece em conjunto e não de forma ditatória. Precisamos de um equilíbrio, faltam blocos na Avenida, o governo municipal precisa rever essas questões, talvez possam tirar ou diminuir o ISS”, disse.


A atuação da Coelba na Micareta acontece de forma antecipada. De acordo com a gestora Cleriane Rodrigues, a empresa tem parceria com a prefeitura e esse ano foi investido R$ 800 mil reais em segurança. “Nós terminamos uma Micareta pensando na outra, trabalhamos com antecipação. A mudança da data é algo interessante, mas isso não pode acontecer de um ano para outro”, disse. “Antes da abertura oficial da festa, a prefeitura disponibiliza um trio na altura padrão para fazermos o mesmo percurso e vermos os cabos de energia e as demais questões”, completou.


“Outro alerta que nós fazemos aos foliões de camarotes está relacionado aos bastões de selfie. As pessoas costumam utilizar o equipamento próximo aos fios de energia e a corrente não passa apenas se tocar, e sim, só de estar perto”, adverte a gestora. 

FONTE: Da Redação
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