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Segurança e fiscalização temas do 7º programa

A sétima edição do Discutindo a Micareta relatou sobre a importância e os fatores pertinentes à segurança e fiscalização


10/05/2018 às 03:36h

Segurança e fiscalização temas do 7º programa
Crédito: Mariana Almeida/FE

Mesmo com a aproximação das festas juninas, o encerramento da Micareta ainda está sendo muito repercutido, principalmente pelos debates transmitidos na Rádio Geral e o Grupo Folha do Estado, que tem o propósito de avaliar os fatores da festa, no sentido de melhorar a logística de uma das principais manifestações culturais de Feira de Santana.


A sétima edição do Discutindo a Micareta relatou sobre a importância e os fatores pertinentes à segurança e fiscalização. A semana de debates, mediada pelo articulista político Humberto Cedraz será prolongada até a próxima sexta-feira (11), e neste programa contou com a presença do diretor de eventos da Secretária de Cultura, Esporte e Lazer, Naron Vasconcelos, o subcomandante Batalha de Ensino, Instrução e Capacitação (Beic), major PM Mazza, a cantora Márcia Porto e o chefe da fiscalização do Procon, Camilo Cerqueira.


Sob o comando do coordenador, Amaury Junior, a abertura do programa elogiou o posicionamento e trabalho da Polícia Militar e fez ressalva de alguns pontos, além de ouvir as diversas opiniões sobre a mudança da data.


O conjunto dessas discussões ensejará em um documento oficial para ser fomentado pela Prefeitura Municipal. Naron Vasconcelos acredita mesmo a Micareta é uma tradição, mas isso não impede a mudança. “É muito grande a complexidade em realizar essa festa, a micareta é um produto inacabável e precisa ser bem apresentado. Eu prospectei algumas coisas para este ano e infelizmente não foi possível de acontecer, porém alguns pontos precisam ser ajustados como a questão de horários, a quantidade de artistas contratados e a qualidade dos trios”, disse.


A cantora Márcia Porto, que se apresentou no circuito Maneca Ferreira no sábado, fez uma análise de pontos positivos e negativos. “A diminuição do percurso ajudou muito no fluxo e na logística da festa, a redução da violência tanto dos policiais quanto dos foliões foi algo muito notável”, disse. “A micareta de Feira merece um respeito maior dos licitados quanto à questão de qualidade, principalmente de trios, não cabe mais isso na festa, ou é bom ou não é. Outro fator negativo está relacionado aos barracões e barracas, o espaço é muito estreito para eles. Além da fiscalização que estava acelerando demais o trio, eu pedi várias vezes para o motorista dá uma segurada e isso não acontecia”, completou.


Com aproximadamente 5 mil policiais na Avenida, a Micareta de 2018 foi uma festas mais tranquilas e humanizadas de todas as edições. Não houve nenhum homicídio no final de semana em que aconteceu a festa.


De acordo com o major PM Mazza, a preparação e o treinamento é muito importantes para execução de um ótimo trabalho. “É evidente que ainda tenha alguma falha, mas a nossa abordagem e fiscalização foi muito mais precisa, tivemos que aprimorar nossas técnicas para melhorar a segurança, o que reduziu as ocorrências. Espero que um dia não precise estarmos na Avenida, como acontece em alguns grandiosos eventos, mas sabemos que isso é para um futuro”, conta.


Quanto à logística de horários, na concentração e no encerramento do percurso, o Major explica que eles cumprem com uma carga horária. “Infelizmente alguns artistas não cumprem como cronograma, o que prejudica nosso trabalho. A diminuição do percurso é boa, porque conseguimos atuar melhor principalmente naquela parte que é perigosa, a da Rodoviária, mas poderíamos esticar o circuito para o início, porque de fato ficou bem menor o trajeto. Nós chegamos na Avenida, às 18h, e ficamos até as 6h, porém o horário de mais pico é quando os artistas estão se apresentando”, relata.


O chefe da fiscalização do Procon, Camilo Cerqueira, a idealização de uma boa boas parte de três princípios: respeito, educação e bom senso. “O Procon ele vem trabalhando com FPI meses antes da Micareta. Essa fiscalização é feita nos motéis, hotéis e pousadas em um todo. Durante os quatro dias, nos fiscalizamos os produtos e os preços, sendo que o dia mais intenso é a quinta-feira, porque geralmente quem trabalha na festa ela vem itinerante, e muitas vezes trás mercadorias de outras festas para comercializar. E houve algumas situações que precisávamos coibir e descartar. Fiscalização é uma atitude dura mas não podemos passar a mão na cabeça, pois envolve a saúde de quem vai consumir”, disse.


DOCUMENTOS PERDIDOS


O serviço de devolução permanecerá disponível até o próximo dia 11, pela sede da Corregedoria do Comando Leste, ao lado da 65ª Companhia Independente. Os interessados podem consultar através do site e anotar o número do lote para facilitar a busca no ato da entrega. Mais de 750 documentos foram registrados. 

FONTE: Da Redação
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