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Contratação de artistas e planejamento debatidos

O bloco de debates tem a proposta de melhorar cada, vez mais as principais manifestações culturais de Feira de Santana


07/05/2018 às 12:01h

Contratação de artistas e planejamento debatidos
Crédito: Mariana Almeida/FE

A quarta apresentação do programa “Discutindo a Micareta”, através da Rádio Geral e Grupo Folha do Estado abordou questões relacionadas à contratação de artistas, publicidade e planejamento. O bloco de debates tem a proposta de melhorar cada, vez mais as principais manifestações culturais de Feira de Santana.


O programa será exibido durante uma semana, sempre das 11h às 12h, com reprise às 15h, pela Rádio Geral. Sob a coordenação de Humberto Cedraz, grandes nomes da imprensa feirense fizeram parte desse encontro, o radialista Dilton Coutinho, o secretário de Comunicação Social (Secom), Valdomiro Silva e a empresária Patrícia Sangalo.


O tema iniciado foi à possível mudança do período da Micareta, já que o assunto foi o fomentador para a idealização do debate. “Temos o risco de perder esse grande patrimônio. A Micareta é um instrumento de negócios e incremento a cultura”, disse Humberto Cedraz.


Sobre a mudança da festa, Dilton Coutinho afirmou que a alteração para janeiro ou outubro seria suicídio. “Sou a favor da mesma data, mas já que se discute uma possível mudança, duas ou três semanas antes do Carnaval seria interessante. Em janeiro os feirenses não ficam na cidade devido às férias e outubro é pior ainda, existem muitos feriados e a cada dois anos tem o período eleitoral”, disse o radialista.


Valdomiro Silva expôs no debate duas questões, a contratação de bandas e a publicidade da festa. “O jingle da Micareta deve ser uma música padrão, devemos buscar a divulgação da festa com uma antecedência maior e a contratação dos artistas, pelo menos as principais, devem ser apresentadas antes do ano novo. Como secretário de comunicação da prefeitura vou me empenhar para tornar esses pontos realidade”, conta.


Patrícia Sangalo, assegurou que o comprometimento dos feirenses é que faz a diferença desse grande evento. “Estamos nos responsabilizando por uma nova micareta para pessoas que gostam, curtem e entendem essa marca. Sobre a data, eu sou tradicionalista, eu gosto do período de abril. Quando vemos a quantidade de pessoas na rua percebemos que a festa está enfraquecida para os vetores de comunicação”, disse.


Com relação aos blocos, a empresária pensa que esse modelo não tem retorno. “A Micareta agora é feita pela prefeitura, pelos órgãos de competência popular. Eu acho que os blocos não tem retorno. O novo formato da festa pede uma análise de mercado, planejamento de horário e organização”, completou.


Durante a discussão, Dilton ainda mencionou as questões voltadas ao comércio no período de festividade. “A CDL e o sindicato dos comerciários precisam debater sobre o assunto e se envolver com a festa. Quanto ao horário de funcionamento das empresas, isso também precisa ser conversado”, concluiu.

FONTE: Da Redação
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