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Percurso da Micareta foi tema da 3ª edição

A terceira audição trouxe alguns aspectos que devem ser analisados, como o espaço do circuito Maneca Ferreira e a quantidade de efetivos para policiar a festa no dia que antecede a abertura oficial


04/05/2018 às 11:20h

Percurso da Micareta foi tema da 3ª edição
Crédito: Mariana Almeida/FE

Uma série de debates está sendo realizada pelo programa “Discutindo a Micareta” através da Rádio Geral e Grupo Folha do Estado. A terceira audição trouxe alguns aspectos que devem ser analisados, como o espaço do circuito Maneca Ferreira e a quantidade de efetivos para policiar a festa no dia que antecede a abertura oficial.


Sob o comando de Humberto Cedraz, diretor do grupo, o programa teve a participação do secretário de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), Edson Borges, o jornalista Reginaldo Tracajá, o radialista Valdeir Uchoa e representantes do barracão de química, Gislene Santos e Marcelo Alves. Durante uma semana, os debates serão transmitidos todas as manhãs, das 11h às 12h, na Rádio Geral.


Tradicionalmente, a Micareta de Feira de Santana acontece no mês de abril. A possível mudança do período da festa ainda, está sendo uma das questões mais repercutidas pelos representantes da comunicação e pelos feirenses, além de outros fatores significativos.


No início do bate-papo, Humberto Cedraz evidenciou a importância de realizar essas discussões para que haja melhorias nesse evento que é tão importante para a cidade. O jornalista e empresário, Reginaldo Tracajá, pontuou alguns fatores que deveriam ser analisados, entre eles, a redução do circuito, que este ano estendeu-se até a Avenida Maria Quitéria. “A princípio, as três últimas Micaretas foram às melhores. Porém, eu listei alguns pontos que devem ser observados como: a saída do percurso, que deveria ser na Paraguaçu Veículos e o portão de acesso no Amélio Amorim. Evitar colocar camarotes em frente a garagens comerciais, cancelar a questão da ida e vinda de trios devido à poluição sonora. Devemos levar algumas atrações para os bairros e o espaço quilombola deve retornar ao circuito principal”, disse.


“A mudança da micareta é um argumento forte para se acabar com a festa. A meu ver, não cabe que ninguém vai sair de Salvador, em pleno verão, onde tem diversos ensaios, praia e outras atrações para vim para Feira de Santana. Se fosse assim, o carnaval de São Paulo também mudaria, sendo que todo ano chove”, completou Reginaldo.


Valdeir Uchoa relatou a sua posição sobre o assunto e concorda que as últimas Micaretas foram mais organizadas. “Vimos que a festa foi mais planejada, principalmente quanto aos horários. Falando em data, também não sou contra a mudança, mas tem que ser algo bem estudado para não mudarmos para pior, pois o investimento é alto, sobretudo na divulgação, a nível regional”, afirmou.


“A festa que acontecia na Praça da Kalilândia para crianças e idosos deveria voltar, era algo espetacular e o custo era mínimo”, completou. “Em relação ao percurso, ele deveria voltar ao tamanho que era, hoje temos a metade dele. Talvez falte um investimento maior por parte do Governo do Estado, quanto a segurança, já que a área depois da Rodoviária é considerada violenta. Violenta porquê? Por causa do povão? Essas questões são relevantes e que deveriam passar por uma discussão”, afirmou e questionou Uchoa.


O secretário Edson Borges, elucidou que a Micareta é uma festa perdida no tempo e no espaço. “Acaba o carnaval de Salvador e todo mundo pensa logo em São João, a micareta virou uma festa doméstica de interesse a Feira de Santana e algumas regiões. Temos uma grande oportunidade de fazer negócios, precisamos vender melhor a nossa festa, fazer a nossa vitrine. Se hoje, temos que atrair de forma macro é através da visibilidade lucrativa”, conta. “A data deve ser mudada, abril não é um mês atrativo devido às chuvas”, argumentou.


BARRACÕES


A estudante Gislene Santos, representante do barracão de química, questionou a falta de policiamento na quarta-feira. “Apesar de não ser um dia oficial, a Avenida fica repleta de pessoas, que curtem os trios e blocos, mas a falta de policiamento encerra a festa mais cedo e prejudica as pessoas que estão trabalhando, além das que querem se divertir um pouco mais. Porque não tornar a quarta-feira um dia oficial? Ou aumentar o número de policias?”, disse.


“Outro fator que prejudicou bastante as vendas foi à chuva, muitas pessoas não iam atrás dos trios, nem saiam pra curtir por conta disso. Não adiante proporcionar boas bandas e ao mesmo tempo a chuva tira a oportunidade das pessoas curtirem. Quanto a data da micareta, acho válido pensar nessa alteração”, completou Gislene.


Uchoa explanou seu posicionamento. “A prefeitura deveria apoiar mais os barracões”. 

FONTE: Da Redação
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