Feira de Santana
+30...+30° C
Dólar:   R$ 3,678
Euro:   R$ 4,342
-
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Feeds

Lutas e Artes marciais

todas as notíciasseta


Pedrita relata: ‘Sensação de dar de cara com a morte’

Peso-mosca, que também se recupera de lesão no joelho, agradece apoio do Ultimate em drama vivido nos últimos dias


03/05/2018 às 04:53h

Pedrita relata: ‘Sensação de dar de cara com a morte’
Reprodução

Já não bastasse ter que se recuperar por seis meses de uma lesão grave no joelho direito, ocorrida em sua estreia no UFC, em fevereiro, nos últimos dias Priscila Pedrita viveu outro drama. Até pior. Nas palavras da própria lutadora, ela poderia não estaria aqui para contar essa história: “Tive a sensação de dar de cara com a morte”. Uma dengue hemorrágica atingiu Pedrita em cheio, que contou com um suporte grande do Ultimate na recuperação.

 

No dia 23 de abril, uma segunda-feira, Pedrita voltava para casa, em Niterói, vinda de uma participação no evento fitness Arnold Sports Festival, em São Paulo. Ao lado da companheira de PRVT Jéssica Bate-Estaca, ela firmou contrato com um novo patrocinador. Mas, na chegada, passou mal e logo precisou buscar atendimento médico.

 

- Quando cheguei em casa já estava passando muito mal, vomitando e com calafrio, e uma febre de 42°C. Tomei remédio e depois fui na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) perto de casa para ver o que seria isso, e o médico disse que eu estava com dengue, com as plaquetas em 100 mil. Ele pediu para que eu me hidratasse bastante e pediu para voltar na quarta para refazer os exames. Fui para casa e, quando voltei, as plaquetas tinham caído para 66 mil, e estava passando mal e com muita febre, vomitando. Fiz novos exames e me mandaram voltar na quinta, e aí voltei e as plaquetas tinham caído para 60 mil. Eles quiseram me internar e foi aí que acionei o UFC e me levaram para o hospital - afirmou, com exclusividade, ao Combate.com.

 

Na mesma quinta-feira, Priscila Pedrita entrou em contato com Denis Martins, da equipe do UFC no Brasil, e logo o médico da organização, Márcio Tanure, providenciou a ida da lutadora para um hospital na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

 

- Falei para o Denis: “Olha, o negócio não está bom para o meu lado, estou muito mal”. Na mesma hora me mandaram um carro, falei que estava muito mal e sem conseguir andar. Entrei no carro sem nem saber para onde eu ia. O Dr. Tanure viu tudo, já me levou para o hospital na Barra, e quando cheguei já sabiam que eu era do UFC e me deram toda a atenção. Começaram a estabilizar minhas plaquetas que estavam caindo. Ali estava começando a evacuar sangue, sair sangue de tudo que é lugar. Eles me disseram que eu poderia ter morrido. Tive a sensação de dar de cara com a morte. Eles começaram então a estabilização, minhas plaquetas tinham que parar de descer. Já estava em 40 mil, e se chega a 30 mil começa a hemorragia, e aí só Papai do Céu. Enquanto isso, eu via minha mãe chorando, e aquilo ia me dando um desespero. Nunca tinha sido internada no CTI. Agradeço muito a ela por estar ao meu lado - disse Pedrita, citando a mãe Rosimeri Cachoeira, e ainda citando as orações de Jéssica Bate-Estaca e todos da equipe PRVT.

FONTE: Combate
REPORTAR ERROREPORTAR ERRO

TVGeral

Bazar Solidário direcionado às famílias carentes de Feira de Santana- TvGeral.com.br
Publicidade
Bruno Best Travel
Vilage Marcas e Patentes
Folha do Estado da Bahia
Desenvolvido por Tacitus Tecnologia
Ornamentação e Decoração de Festas