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FOLHA, Tv e Rádio Geral promovem debates sobre Micareta

Sob o comando do articulista político Humberto Cedraz, esta semana é promovido uma série de debates com a proposta de abordar diversas questões sobre festa


02/05/2018 às 03:33h

FOLHA, Tv e Rádio Geral promovem debates sobre Micareta
Crédito: Divulgação

Folha do Estado, Tv e Rádio Geral promovem semana de debates sobre a Micareta pós o encerramento da maior festa do interior da Bahia, a Micareta de Feira de Santana, ainda está sendo um assunto muito repercutido. Sob o comando do articulista político Humberto Cedraz, a Rede Geral e o Grupo Folha do Estado promovem esta semana uma série de debates com a proposta de abordar diversas questões sobre festa e o que pode ser feito no sentido de melhorar cada vez mais uma das principais manifestações culturais da cidade.


O programa trará vários convidados, todos os dias, expondo alguns pontos que podem ser analisados e ampliados. A primeira audição trouxe Humberto Cedraz, os radialistas Reginaldo Junior, Girlânio Guirra e Amaury Junior, experientes no campo do entretenimento, além dos dirigentes de bloco Alfredo Marques e Valter Lima. O primeiro grande tema discutido foi a possibilidade da mudança da data da Micareta, já que a festa realizada no mês de abril traz uma série de transtornos como o clima chuvoso, bem como a visibilidade em termos de uma maior atração do setor turístico.


Humberto Cedraz abriu a discussão dizendo que a festa precisa de uma inovação. “Na terça-feira (24), eu escrevi um artigo no jornal falando sobre a necessidade de ousar: quem não ousa e não experimenta vai morrer na fila da letargia”, disse. Sobre a mudança da festa, Reginaldo Junior, que também é diretor do Portal MF acredita que a hipótese de mudar para janeiro não daria certo. “Os grandes grupos de comunicação criam os projetos focando no carnaval de Salvador, eles reservam essas datas específicas e dedicam-se a isso”, argumenta. “Tivemos muitas festas paralelas como o Pré-Caju, Madre Fest e Festival de Verão que tentaram pegar esse gancho, mas não deram certo. Se a Micareta quiser ousar, ela tem que sair desse primeiro semestre e escolher uma data no segundo semestre, como o mês de outubro, por ser um mês que está começando a temporada de verão”, completa.


Girlânio Guirra, também acredita que a festa acontecendo em janeiro seria inconveniente. “Eu acredito que a festa sendo realizada em janeiro não daria certo, um dos motivos seria a mudança de governo que sempre acontece neste mês e isso é um complicador. Outro ponto citado são as festas que não deram certo por anteceder o Carnaval (não só o de Salvador). Eu gosto da ideia de continuar no mês de abril, mas a proposta para o outubro pode ser bem analisada”.


OUTROS PONTOS DE VISTA


Valter Lima, diretor do Lá Vem Elas, bloco com 34 anos de existência relatou sua posição sobre o assunto. “Eu discordo das datas do primeiro semestre. Historicamente, a cidade tem uma debandada para as praias e as bandas são mais caras devido o Carnaval. Em abril, tem muitas pessoas que aproveitam pacotes para viajar pro litoral baiano e outubro os resorts não fazem estas promoções por ser alta estação. Com isso, eu vejo que a mudança da data para outubro daria um “up” nessa festa que tem mais de 80 anos de tradição e precisa sofrer intervenções”, disse.


O empresário Alfredo Marques, que já comandou o bloco Queixo, relata a importância da Micareta ser analisada e pensada por várias pessoas. “Uma decisão quase unânime é a necessidade de mudança de abril, por ser um período notadamente chuvoso. Com relação a janeiro, eu acho que teríamos um problema adicional que já foi debatido aqui, Salvador já implementou dois grandes eventos que antecedem o carnaval: o Furdunço e o Fuzuê, em finais de semana consecutivos. Segundo a Polícia Militar, o último Furdunço teve um número superior a 1 milhão de pessoas na Barra. Dificilmente conseguiríamos tirar essas pessoas de lá e trazer pra cá. Pesando prós e contras eu fiquei mais favorável com a data em outubro”, afirmou.


Amaury Junior, coordenador da Rádio Geral, afirma que a mudança da Micareta precisa ser audaciosa. “Este ano, choveu três dias na Micareta, só aí diagnosticamos um prejuízo de no mínimo 50%, precisamos tomar uma medida drástica e parar de remendar. Se é pra mudar de data, que mude para algo que seja bom para todos, que seja bom pros blocos, para os camarotes, para os patrocinadores e foliões”, conta. “Sobre as eleições em outubro, isto não influenciaria na realização da festa, neste período deveria haveria a mudança quinzenal”, completou. 

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