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Kannário relata ameaças e desafia comandante da PM

Cantor-vereador alegou estar sofrendo ameaças por parte do corpo policial e voltou a criticar abordagem durante a festa: “Espancaram mulheres grávidas”


03/03/2018 às 08:38h

Kannário relata ameaças e desafia comandante da PM
Crédito: Alfredo Filho/Secom

Após as polêmicas do Carnaval, e após ele, que colocaram o cantor e vereador Igor Kannário (PHS) em rota de colisão com a Polícia Militar, o artista fez uma participação explosiva no programa Universo Axé da TV Aratu nesta sexta-feira (2).

 

Comentando pela primeira vez sobre as acusações feitas pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel Anselmo Brandão, que o chamou de “marginal”, Kannário desabafou:

 

“Onde é que tem um marginal aqui cara? Eu sou um pai de família, um bom filho, um bom pai, sustento todo mundo através dessa empresa aqui. Isso aqui é uma empresa. Não é tráfico de drogas e nem boca de fumo. Essa é uma palavra que comandante nenhum deveria usar. Ele me chamou de marginal e eu não gostei. Eu não preciso de farda para dizer para ele que quero falar pessoalmente. Ele falou comigo de longe e eu tenho coragem de dizer pra ele que ele está errado perto e olhando no olho dele. Você está errado, Anselmo Brandão”, retrucou antes de voltar a criticar a abordagem policial durante a festa.

 

“Não tenho nada contra a instituição, mas os seus soldados são mau treinados. Tem que trazer um agente do estrangeiro pra treinar os seus soldados para ser mais capacitados para lidar com a população. Mulheres grávidas foram espancadas, ambulantes, cidadãos, várias pessoas e eles querendo dizer que foram o meu público. Atrás de mim não vai marginal não pai!”, afirmou.

 

Ameaças sofridas – Seguindo com o relato, o cantor-vereador afirmou também que vem sofrendo ameaças por parte do corpo policial e que anda sendo sabotado pelos mesmos. “Tive vários shows cancelados porque a polícia se comunica um com o outro e fala pro contratante que se trouxer o Kannário, não vai fazer a segurança. Tenho prints de policiais dizendo que se me ver na rua, vai me matar. Tá foda”, disse.

 

Apesar da farpas trocadas, o cantor disse ainda que não deseja continuar no clima de “guerra e desafio” e que deseja apenas justiça e que tenha suas reivindicações atendidas, entre elas um encontro com o governador Rui Costa.

 

"Não estou desafiando ninguém, mas quero justiça. Tenho um pen-drive com várias imagens de guarnições espancando gente de muleta velho. Quero justiça. E é só me dar moral. Não querem nem me receber. Recebem humorista, mas não recebem o maior representante do gueto. E olha que nem uso meu título de vereador, pois eu não sou vereador, eu estou vereador. Quero me atendam como cidadão. E se não me atenderem, vou tomar as providências cabíveis e vou processar todo mundo”, finalizou.

FONTE: bahia.ba
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