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Grupo UAI assume dívida de construtora e garante obra para 2018

O empresário falou sobre os problemas com o antigo empreiteiro e a falta de pagamento dos funcionários


06/12/2017 às 04:19h

Grupo UAI assume dívida de construtora e garante obra para 2018
Crédito: Mário Sepúlveda/FE

Pretendendo dar explicações sobre a construção do Shopping Popular de Feira de Santana e fazer uma apresentação sobre os aspectos do impacto social, cultural e econômico da obra, Elias Tergilene Pinto Júnior, presidente do Grupo UAI e da Fundação Doimo, reuniu a imprensa feirense, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Na oportunidade o empresário falou sobre os problemas com o antigo empreiteiro e a falta de pagamento dos funcionários "Um click no computador paga a todo mundo", diz. O empreendimento pretende ficar pronto em setembro de 2018.


A obra que começou em maio deste ano, apresentou problemas entre a empresa concessionaria Derek e os funcionários, por conta da falta de pagamentos. "A empresa veio pra cá com todas as condições de realizar o trabalho e se atrapalhou financeiramente. Ela começou a não pagar as pessoas contratadas. Essa empresa Derek já trabalhava com a gente em outras cidades e nunca teve problema nenhum. Eu confiava neles para fazer serviços pra mim. Aqui eu não sei o que aconteceu que ele começou a gastar o dinheiro e não pagar os funcionários", explica o presidente do Grupo UAI e da Fundação Doimo, sobre a quebra do contrato com a concessionaria. "Eu assumi a divida imediatamente. Vamos pagar aos funcionários na justiça para não ter nenhum problema", afirma.


Durante esse período de falta de pagamento, o Mistério do Trabalho interditou a obra por dois dias para fazer a adequação das normas de trabalho. "A obra não está parada. Ela ficou para dois dias parados para readaptar tudo e vamos precisar parar novamente para poder fazer uma obra com segurança e que não prejudique o Centro de Abastecimento", diz Tergilene. Ele explica que não há motivo para os funcionários denunciarem falta de condições de trabalho. "A falta de condições de trabalho não é verdade. São poucos que alegam isso. Os funcionários da Derek, que são 15, ainda continuam trabalhando para nós", comenta.


A reportagem completa estará disponível na edição impressa desta quinta-feira (7) do jornal FOLHA DO ESTADO. 

FONTE: Da Redação
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