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Produção da indústria baiana diminui 5,4%

A atividade de veículos automotores exerceu o principal impacto positivo


12/01/2017 às 07:44h

Produção da indústria baiana diminui 5,4%
Crédito: Reprodução

A indústria baiana segue sofrendo com a recessão econômica do país. A produção do setor em novembro passado caiu 2,1% frente ao mês imediatamente anterior. Em relação a igual mês de 2015, o desempenho é ainda mais sofrível: retração de 5,4% – nona taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto, mas a menos intensa desde maio de 2016 (-2,8%). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

De acordo com o levantamento, o índice acumulado de janeiro a novembro de 2016 apontou redução de 4,7% na produção industrial do estado e reverteu o ligeiro resultado positivo observado no primeiro semestre do ano (0,1%), ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior.

 

Na comparação novembro de 2016/novembro de 2015, sete das 12 atividades pesquisadas assinalando queda na produção. As maiores contribuições negativas sobre o total global vieram dos setores de outros produtos químicos (-19,5%) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-9,9%), pressionados, principalmente, pela menor produção de etileno e propeno não-saturados, polietileno de baixa densidade (PEBD), benzeno, polietileno linear, butadieno não-saturado, misturas de alquilbenzenos ou alquilnaftalenos e adubos ou fertilizantes com nitrogênio, fósforo e potássio (NPK), no primeiro; e de óleo diesel e óleos combustíveis, no segundo.

 

Vale citar ainda os recuos vindos de indústrias extrativas (-20,6%), de metalurgia (-10,8%), de produtos alimentícios (-8,6%) e de produtos de minerais não-metálicos (-22,2%).

 

Em sentido contrário, a atividade de veículos automotores, reboques e carrocerias (39,7%) exerceu o principal impacto positivo, impulsionado, em grande parte, pelo aumento na produção de automóveis.

 

Outros locais

 

Além da Bahia, a produção industrial recuou em outros sete locais pesquisados pelo IBGE, na passagem de outubro para novembro deste ano. A maior queda foi observada na Região Nordeste (-5,2%). O resultado da região agrega a indústria de todos os seus nove estados.

 

Os três estados nordestinos que também são analisados individualmente tiveram as maiores quedas em novembro: Pernambuco (-4,9%), Bahia (-2,1%) e Ceará (-1,9%). Outros estados com recuos em suas produções industriais foram Goiás (-1,6%), Rio de Janeiro (-1,2%), Rio Grande do Sul (-0,8%) e Espírito Santo (-0,5%).

 

Santa Catarina manteve sua produção estável na passagem de outubro para novembro. Cinco estados tiveram crescimento: Pará (6,6%), Minas Gerais (5,9%), Amazonas (4,4%), Paraná (2,4%) e São Paulo (1,6%).

 

Outras comparações

 

Na comparação com novembro de 2015, no acumulado do ano e no acumulado de 12 meses, o IBGE também avalia o desempenho da indústria do Mato Grosso. Ou seja, nos demais tipos de comparação temporal, são analisados 15 locais.

 

Na comparação com novembro de 2015, nove locais tiveram queda na produção, com destaque para Goiás (-16,6%). Seis locais tiveram crescimento, entre eles o Pará, que teve a maior alta (9,8%).

 

Nos acumulados do ano e de 12 meses, 14 dos 15 locais tiveram queda. O Espírito Santo foi o estado com pior desempenho nos dois tipos de comparação, com quedas de 20,3% no acumulado do ano e de 20,1% no período de 12 meses. O Pará foi o único estado com resultados positivos, de 9,3% no acumulado do ano e de 8,5% no acumulado de 12 meses.

FONTE: A Tarde Online
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